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Comprei em site falso: o que fazer e como denunciar

Comprei em site falso: e agora? Fale logo com o banco para acionar o MED do Pix ou contestar o cartão, guarde as provas, registre o B.O. e denuncie o site.

Por Publicado em 16 min de leituraLer em inglês
Capa: comprei em site falso, o que fazer para tentar recuperar o dinheiro e denunciar o site

Comprou em site falso? Fale na hora com o banco ou o app em que você pagou. No Pix, peça a contestação para acionar o Mecanismo Especial de Devolução (MED); no cartão de crédito, conteste a compra e bloqueie o cartão. Depois guarde prints, comprovantes e e-mails, registre um boletim de ocorrência na Polícia Civil e denuncie o site para que menos gente caia nele.

Recuperar o dinheiro depende sobretudo de como você pagou. O cartão de crédito permite contestar a cobrança, enquanto Pix, boleto e transferência são bem mais difíceis de desfazer. Lojas falsas costumam parecer profissionais, por isso cair numa delas não é sinal de descuido. Na TrustCamera, desenvolvemos um app de câmera para fotos que qualquer pessoa pode conferir, por isso acompanhamos de perto os golpes na internet. Reunimos aqui as orientações do CERT.br, do Procon-SP e da Polícia Federal e as regras do Pix, como estavam em outubro de 2026.

Comprei em site falso: o que fazer, passo a passo

Depois de comprar em site falso, a ordem dos passos importa. Primeiro proteja o dinheiro, porque a contestação do Pix e do cartão depende de rapidez. Em seguida, guarde as provas enquanto o site ainda está no ar. Por fim, registre o boletim de ocorrência e denuncie o site, para que menos pessoas caiam nele.

  1. Pare de pagar: não mande mais dinheiro à loja, seja qual for a desculpa (frete, taxa, “liberação”).
  2. Fale com o banco: pelo app ou pelos canais oficiais, conteste o Pix ou a compra no cartão.
  3. Guarde as provas: prints do site, endereço completo, e-mails, conversas e comprovante de pagamento.
  4. Registre o B.O.: na Polícia Civil do seu estado, em muitos casos pela internet.
  5. Denuncie o site: ao Google, ao responsável pelo domínio e na rede social onde você viu o anúncio.
  6. Proteja seus dados: bloqueie o cartão e troque as senhas que você digitou no site.

Os passos 1 e 2 são os mais urgentes. Tente fazer o resto no mesmo dia, antes que a loja saia do ar. Se ainda não tem certeza de que a loja é falsa, ou quer reconhecer a próxima antes de pagar, veja como saber se um site é confiável com checagens grátis.

Primeiro, fale com o banco ou o app em que você pagou

O pedido não chegou, a loja parou de responder ou o site sumiu? Não mande nem mais um centavo. O fascículo “Golpes: Caiu? Veja o que Fazer” do CERT.br diz que agir rápido faz toda a diferença e cita a compra em site falso entre os casos em que você deve contestar o Pix. A orientação é usar o app ou outros canais oficiais do banco, e a cartilha lembra que contestar cedo aumenta a chance de reaver o dinheiro.

Use o número que está no verso do cartão ou o app oficial do banco, nunca um telefone que veio num e-mail da loja. Tenha à mão a data, o valor, o nome do recebedor como aparece no extrato e o número do pedido. Diga com clareza que pagou a um site fraudulento. Depois anote o número de protocolo, o nome do atendente, a data e o horário. O CERT.br recomenda guardar exatamente esses dados, porque eles podem ser necessários para pedir estornos e registrar o boletim de ocorrência.

Salve todos os e-mails e conversas com a loja antes de bloquear qualquer contato. Discutir com o golpista não adianta: o CERT.br orienta a cortar o contato, não enviar mais dinheiro nem informações e não tentar negociar. Se a loja inventar uma nova taxa para “liberar” o pedido ou o reembolso, isso faz parte do mesmo golpe.

Dá para recuperar o dinheiro? Depende de como você pagou

As chances dependem quase só da forma de pagamento. Vale uma regra simples: quanto mais intermediários confiáveis entre você e a loja (banco, bandeira do cartão, marketplace), maior a chance de reaver o dinheiro. Veja o que tentar em cada caso.

Pix: peça a contestação para acionar o MED

Com Pix não existe estorno como no cartão, mas existe o MED, um recurso de segurança do Pix para casos de golpe. Você aciona o mecanismo pelo seu banco, no app ou nos canais oficiais. Segundo a Agência Brasil, a vítima tem até 80 dias a partir da transferência para pedir o MED. Desde fevereiro de 2026, o sistema também consegue rastrear o dinheiro quando ele passa para outras contas.

A devolução não é garantida. Se o dinheiro já foi sacado, transferido de novo ou não há saldo, a recuperação pode ficar prejudicada, explica a mesma reportagem. O MED também não vale para arrependimento, erro de valor ou de chave Pix e simples desacordo comercial sem indício de fraude. Ao contestar, deixe claro que se trata de golpe, e não de uma entrega atrasada.

Se o app não resolver, ligue para o SAC e, se preciso, para a Ouvidoria do banco, sempre anotando o protocolo. Se ainda assim não resolver, registre uma reclamação no Banco Central, pelo telefone 145 (das 8h às 18h, em dias úteis) ou pelo portal Fale Conosco. Segundo o Senado Verifica, o BC não resolve casos individuais: ele registra a reclamação para fiscalizar a conduta do banco envolvido.

Cartão de crédito: conteste a compra e bloqueie o cartão

Com cartão de crédito, peça ao banco emissor que conteste a cobrança, pelo app ou pelos canais oficiais. As condições e os prazos dessa contestação dependem do banco e da bandeira, por isso pergunte logo no primeiro contato e não espere a fatura fechar. Numa loja desconhecida, o cartão é a forma de pagamento que mais protege, justamente por causa dessa contestação.

Se você digitou os dados do cartão no site, peça também o bloqueio. O CERT.br recomenda bloquear ou cancelar o cartão físico, pedir o bloqueio ou a exclusão do cartão virtual e procurar outras compras que você não reconhece, inclusive em faturas anteriores. Conteste cada uma delas.

Boleto e transferência bancária

Boleto pago e TED são difíceis de reverter, porque o dinheiro já está na conta do recebedor. Mesmo assim, avise o seu banco sobre o golpe e peça um número de protocolo. Informe no boletim de ocorrência os dados da conta ou do beneficiário do boleto, porque eles são a pista mais concreta para a investigação.

Se o pagamento passou por um marketplace ou por uma carteira digital com programa de proteção ao comprador, abra a reclamação dentro da própria plataforma, no prazo que ela informar. Fora da plataforma, essa proteção não vale. Por isso, um vendedor que pede para fechar a compra pelo WhatsApp ou manda um link de pagamento avulso já é um sinal de alerta. Os golpes na OLX mostram como isso acontece entre particulares.

Mãos num notebook, uma delas segurando um cartão bancário dourado, com um celular sobre a mesa ao lado
Cartão, Pix ou boleto: a forma de pagamento decide com quem você fala primeiro.Foto: Mikhail Nilov / Pexels

Guarde as provas antes que o site falso saia do ar

O banco, a polícia e o Procon vão pedir os mesmos dados, e uma loja falsa pode sumir a qualquer momento. Salve tudo agora e guarde cópias fora do celular, por exemplo num e-mail para você mesmo ou na nuvem.

  • O site: o endereço completo e prints da página do produto, do carrinho, da página de contato e da política de troca, com o endereço visível.
  • O pedido: a confirmação, o número do pedido e todos os e-mails da loja, com o endereço do remetente.
  • O pagamento: o comprovante do Pix com nome, instituição e chave do recebedor, a fatura do cartão ou o boleto pago.
  • Os contatos: conversas no WhatsApp, no Instagram ou no chat do site, números de telefone e nomes de perfis.
  • A entrega: o código de rastreio e o pacote, se chegou algo barato ou falsificado.

O CERT.br inclui nessa lista links, mensagens, nomes de perfis, números de telefone, prints e comprovantes, além de denúncias, protocolos, nomes de atendentes, datas e horários. Escreva também uma linha do tempo curta: quando você comprou e pagou, quando a entrega deveria chegar e quando a loja respondeu pela última vez. Se chegou uma réplica no lugar do produto, guarde-a com a embalagem e fotografe tudo ao abrir. Os sinais de que um item não é original estão no guia sobre como saber se um produto é original.

Um print sozinho é fácil de questionar, porque pode ser editado. Guarde também os arquivos originais, como os e-mails completos e o PDF do comprovante emitido pelo banco. O que costuma valer como prova e como o juiz avalia fotos e prints é o tema do nosso guia sobre foto como prova.

Boletim de ocorrência de site falso: como registrar

Registre o boletim de ocorrência (B.O.) na Polícia Civil do estado onde você mora. O CERT.br lembra que o B.O. ajuda você a se proteger, principalmente se houve prejuízo financeiro ou uso indevido dos seus dados, e que ele pode ser necessário para contestar fraudes. Segundo a cartilha, na maioria dos casos dá para registrar online. Em São Paulo, isso é feito pela Delegacia Digital; no Rio de Janeiro, pela Delegacia Online, que tem a categoria “estelionato e fraudes em geral”.

No B.O., conte o caso na ordem da sua linha do tempo. Informe o endereço do site, o número do pedido, os e-mails, telefones e perfis usados pela loja e os dados de quem recebeu o dinheiro: chave Pix, nome, banco ou beneficiário do boleto. Anexe as provas, como o CERT.br recomenda, e guarde o número do boletim, porque o banco pode pedir.

A Polícia Federal só investiga crimes de sua atribuição, como os que atingem bens, serviços ou interesses da União ou têm repercussão interestadual ou internacional e exigem repressão uniforme. A página de comunicação de crimes da Polícia Federal avisa que grande parte das comunicações recebidas não é de atribuição da PF. Nesses casos, o caminho é a Delegacia de Polícia Civil mais próxima do local dos fatos. Para uma loja falsa comum, o caminho é a Polícia Civil do seu estado.

Na nossa avaliação, o B.O. vale a pena mesmo com valor pequeno. Uma loja falsa raramente faz uma vítima só, e vários registros sobre o mesmo site ajudam a ligar os casos. O boletim também dá a você um documento para o banco. Ninguém pode prometer, porém, que os golpistas serão encontrados ou que o dinheiro volta.

Uma pessoa escreve com lápis num caderno enquanto segura um celular, ao lado de um teclado e de uma caneca
Uma linha do tempo com pedido, pagamento e último contato agiliza o atendimento no banco e o B.O.Foto: Cup of Couple / Pexels

Como denunciar site falso para que menos gente caia nele

O B.O. vai atrás de quem está por trás da loja. A denúncia do site, por sua vez, ajuda a afastar o próximo comprador. A Navegação segura do Google alimenta os alertas que o Chrome e outros navegadores mostram antes de abrir uma página perigosa.

O Google recebe denúncias de páginas suspeitas de phishing pelo formulário “Denunciar uma página à Navegação segura do Google”, em que você informa o endereço da página. Na nossa avaliação, uma loja que copia uma marca conhecida ou coleta dados de cartão para produtos que nunca envia se encaixa nessa categoria. O Google decide por conta própria se marca o site.

O segundo caminho é o domínio. Para endereços terminados em .br, o guia de notificações do CERT.br indica que domínios usados em fraudes podem ser notificados diretamente ao Registro.br, pelo e-mail [email protected], com o CERT.br ([email protected]) em cópia. Um exemplo são os domínios que imitam o nome de uma empresa conhecida. O mesmo guia avisa que as entidades de registro só podem agir contra domínios que desrespeitam cláusulas contratuais ou por ordem judicial. Para .com, .shop e outras terminações, procure o contato de abuso da empresa que registrou o domínio.

Denuncie também onde você encontrou a loja. Se o link veio de um anúncio no Instagram, no Facebook ou em outra rede, use a opção de denúncia da própria plataforma. Segundo o CERT.br, denunciar ajuda a tirar do ar perfis, publicações e anúncios maliciosos, e quanto mais denúncias, maior a chance de sair do ar.

Faça ainda uma reclamação no Procon da sua cidade ou do seu estado. Em São Paulo, a lista “Evite esses sites” do Procon-SP reúne sites que tiveram reclamações de consumidores registradas no órgão, foram notificados e não responderam ou não foram encontrados. Cada reclamação ajuda a colocar um endereço suspeito no radar de quem pode alertar os outros consumidores.

Digitou dados do cartão, CPF ou senha no site falso?

Algumas lojas falsas estão mais interessadas nos seus dados do que no valor do pedido. Se você digitou os dados do cartão, peça o bloqueio e a troca, como descrito acima, e acompanhe as faturas nas próximas semanas. Criou uma conta na loja com uma senha que usa em outros serviços? Troque-a em todas as contas onde ela se repete. O CERT.br recomenda ainda ativar a verificação em duas etapas e encerrar as sessões ativas em outros aparelhos.

Informou CPF, endereço ou foto de documento? Cite isso no B.O. O CERT.br lembra que os efeitos de uma fraude podem aparecer bastante tempo depois e recomenda monitorar transações, faturas, logins e o seu score de crédito, já que quedas podem indicar uso indevido do CPF. A cartilha também indica o Registrato, sistema do Banco Central em que você confere os seus registros financeiros.

Se alguém abrir conta, pegar empréstimo ou fizer compras no seu nome, conteste com a empresa envolvida e informe o número do B.O. Se ainda assim não resolver, o CERT.br sugere avaliar uma reclamação no Banco Central, procurar o Procon do seu estado ou consultar um advogado.

Cuidado com o golpe da recuperação depois do site falso

Quem acabou de perder dinheiro vira alvo fácil para um segundo golpe. Depois de uma compra em site falso, podem aparecer supostos advogados, empresas de recuperação ou órgãos públicos prometendo devolver o valor mediante uma taxa. Segundo o alerta de golpes do Procon-SP, o nome do órgão é usado ilicitamente em mensagens que prometem indenizações, cashback, prêmios ou outras vantagens. Os serviços do Procon-SP à população são gratuitos, e os e-mails legítimos usam o domínio @procon.sp.gov.br.

Desconfie também de quem se apresenta como Banco Central e promete recuperar o seu Pix. Como explica o Senado Verifica, o BC registra reclamações para fiscalizar os bancos, mas não resolve casos individuais. O pedido de devolução pelo MED, por sua vez, passa pelo seu próprio banco.

Nenhum serviço sério cobra adiantado para “liberar” um reembolso. Se receber uma oferta assim, não pague, não clique em links e não passe dados bancários. Fale você mesmo com o banco ou com o órgão pelos canais oficiais que já conhece. O Procon-SP orienta quem recebe esse tipo de mensagem a registrar um boletim de ocorrência numa delegacia.

Na próxima compra: confira a loja e pague com cartão

O hábito que mais protege, na nossa avaliação, é pagar com cartão de crédito, de preferência virtual, por causa da contestação descrita acima. Se uma loja desconhecida de repente só aceita Pix, ainda mais para uma pessoa física, desista. Desconto no Pix é comum, mas Pix como única opção numa loja que você não conhece é motivo para parar.

Avaliações e selos na própria página da loja provam pouco, porque qualquer um pode colá-los ali. O guia sobre avaliações falsas mostra como são as notas compradas ou inventadas. As fotos de produto também podem ser copiadas de lojas reais. Uma busca reversa de imagem, uma das formas de saber se uma foto é real, mostra se as imagens aparecem em outros sites com outro nome.

Antes de comprar numa loja que você não conhece, reserve alguns minutos para conferir o endereço do site, o CNPJ e os preços em outras lojas. O nosso guia sobre como saber se um site é confiável reúne os sinais de alerta numa tabela, com ferramentas grátis para checar. Um preço muito abaixo de todas as outras lojas continua sendo um dos avisos mais claros.

Perguntas frequentes sobre comprar em site falso

Comprei em site falso: o que fazer primeiro?

Fale com o seu banco na hora, pelo app ou pelos canais oficiais. Se pagou com Pix, peça a contestação para acionar o MED; se pagou com cartão, conteste a compra e peça o bloqueio. Depois guarde prints, e-mails e comprovantes, registre o boletim de ocorrência na Polícia Civil e denuncie o site ao Google e na plataforma onde viu o anúncio.

Comprei em site falso no Pix. Consigo o dinheiro de volta?

Talvez. Peça ao seu banco a contestação do Pix para acionar o MED. Segundo a Agência Brasil, a vítima tem até 80 dias a partir da transferência, mas a devolução não é garantida: depende de ainda haver dinheiro nas contas envolvidas. Quanto antes você contestar, melhor. Registre também o boletim de ocorrência e guarde o protocolo do banco.

Comprei em site falso com cartão de crédito. O que fazer?

Ligue para o banco emissor pelo número do verso do cartão ou use o app, explique que a loja é falsa e peça a contestação da compra. Se digitou os dados do cartão no site, peça também o bloqueio e um cartão novo. Confira as faturas atuais e as anteriores e conteste qualquer compra que você não reconheça, como recomenda o CERT.br.

Como denunciar site falso?

Denuncie a página ao Google pelo formulário da Navegação segura. Se o endereço terminar em .br, notifique o Registro.br pelo e-mail [email protected], com o CERT.br em cópia. Quando o link veio de um anúncio ou perfil, denuncie também na rede social. Se você perdeu dinheiro, registre um boletim de ocorrência e faça uma reclamação no Procon.

Preciso fazer boletim de ocorrência por compra em site falso?

Sim, mesmo com valor pequeno. O CERT.br explica que o B.O. ajuda a proteger você, principalmente quando houve prejuízo ou uso indevido de dados, e que ele pode ser necessário para contestar fraudes. Na maioria dos casos dá para registrar online, na delegacia virtual da Polícia Civil do seu estado.

Como saber se comprei em site falso?

Alguns sinais aparecem depois da compra: nenhuma confirmação por e-mail, rastreio que não funciona, atendimento que some, pedido de nova taxa para liberar a entrega ou o site fora do ar. Confira também o comprovante. Um Pix para uma pessoa física ou para um nome diferente do da loja é um forte indício. Na dúvida, fale logo com o banco.

O Procon ou o Banco Central devolvem o dinheiro?

Não diretamente. O Banco Central registra reclamações contra bancos para fiscalizar a conduta deles, mas não resolve casos individuais, segundo o Senado Verifica. O Procon atende reclamações de consumo, e os serviços do Procon-SP são gratuitos. Desconfie de qualquer mensagem em nome desses órgãos que prometa reembolso ou indenização em troca de uma taxa.

Conclusão: depois de comprar em site falso, rapidez e provas fazem a diferença

Se você comprou em site falso, a rapidez conta mais que tudo. Fale com o banco, conteste o Pix ou o cartão, guarde as provas antes que a loja suma e registre o boletim de ocorrência. Com cartão, a contestação dá a você um caminho concreto; com Pix, o MED é a melhor chance, mas sem garantia de devolução.

Depois, denuncie o site a quem pode alertar outras pessoas ou tirar o endereço do ar: o Google, o responsável pelo domínio e a plataforma onde estava o anúncio. Proteja cartão e contas se você digitou dados sensíveis, e ignore quem oferece recuperar o seu dinheiro em troca de uma taxa.

Sobre o autor

Cofundador e responsável pelo marketing da TrustCamera

Yannick é cofundador da TrustCamera, onde lidera o marketing e o conteúdo. Tem graduação e mestrado na área de negócios e trabalha há anos com marketing de conteúdo e SEO.

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