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Golpe no Enjoei: o Enjoei é confiável? Veja como se proteger
Golpe no Enjoei: veja se o Enjoei é confiável, como funciona a proteção da compra, os sinais de alerta e o que fazer se você caiu em um golpe.

Sim, o Enjoei é uma plataforma confiável, e quase todo golpe no Enjoei segue o mesmo roteiro: alguém tenta tirar você do site ou do app. Um comprador manda um link para “liberar o pagamento”, um vendedor pede Pix direto ou um e-mail cobra uma taxa que não existe. Se você paga pelo próprio Enjoei e conversa só pela plataforma, o valor fica retido até a compra dar certo.
Então dá para cair em golpe no Enjoei? Dá, quase sempre por pagamentos fora da plataforma, e-mails e páginas falsas, peças falsificadas e brigas sobre o que havia na caixa. Na TrustCamera, desenvolvemos um app de câmera que dá a fotos e vídeos um código de verificação no momento da captura. Por isso acompanhamos de perto o que conta como prova quando uma venda dá errado. A seguir estão os sinais de alerta, como funciona a proteção do Enjoei e o que fazer se acontecer com você.
Golpe no Enjoei: os sinais de alerta mais comuns
O sinal mais claro de um golpe no Enjoei é a pressão para sair da plataforma. Compradores e vendedores de verdade conversam pelo Enjoei e pagam pelo próprio site ou app. Quem pede outra forma de pagamento, seu telefone ou um clique em link externo quer escapar da proteção. Pressa e preço bom demais completam o quadro.
- Pagamento por fora: Pix direto, transferência, boleto enviado por e-mail ou link de outro sistema de pagamento.
- Links e QR codes no chat: você precisaria “confirmar” uma venda, “validar” a conta ou “liberar” o dinheiro.
- Pedido de contato: a pessoa quer seu WhatsApp, telefone, e-mail ou Instagram para “continuar a conversa”.
- Taxa inventada: alguém cobra taxa de liberação, de envio ou de primeira venda.
- Preço bom demais: peças de grife muito abaixo do preço usual de revenda, com fotos de catálogo.
Muitos desses truques não são exclusivos do Enjoei. O guia sobre golpes na OLX e seus sinais de alerta mostra os mesmos padrões em compras e vendas entre pessoas. A diferença é que no Enjoei pagamento e envio já fazem parte da plataforma. Qualquer tentativa de contornar esse caminho já é, por si só, um sinal de alerta.
O Enjoei é confiável? Quem está por trás e onde estão os riscos
Sim, o Enjoei é confiável. Por trás do site está a Enjoei S.A., empresa com sede em São Paulo e ações negociadas na B3 com o código ENJU3. Segundo o release de resultados do 2º trimestre de 2026, o volume de vendas da plataforma (GMV) chegou ao recorde de R$ 409,3 milhões no trimestre. No primeiro semestre de 2026, foram R$ 759,8 milhões. Não é o perfil de um site que some da noite para o dia.
O risco, portanto, não é a plataforma em si. Os golpes acontecem entre usuários e por meio de criminosos que se passam pelo Enjoei. Não encontramos números oficiais sobre quantos usuários do Enjoei caem em golpes. Os casos descritos aqui são os que a própria central de ajuda do Enjoei aponta.
Dá para dividir esses golpes em três grupos. Primeiro, pagamentos que driblam a plataforma. Depois, mensagens e cobranças falsas em nome do Enjoei. Por último, disputas sobre o que realmente estava na caixa.
Como funciona a proteção da compra pelo app
A proteção só vale quando você paga pelo próprio Enjoei. Nesse caso, o valor da compra fica com a plataforma e não vai direto para o vendedor. Se a compra for cancelada, devolvida ou não chegar, o dinheiro volta pelo mesmo meio de pagamento que você usou.
O prazo para agir é curto. Pelos termos de uso do Enjoei, depois da entrega você é notificado para confirmar o recebimento em até 2 dias úteis. Se não responder, o valor é liberado ao vendedor. Para devolver, os mesmos termos dão 7 dias corridos a partir do recebimento, independentemente do motivo. É o prazo do direito de arrependimento do art. 49 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que o Enjoei cita na sua política de devolução.
Para quem vende, a contrapartida é que o dinheiro não sai na hora. Segundo os termos, ele só é liberado depois que o comprador confirma o recebimento ou a entrega aparece no rastreio, e ainda passa por um prazo de espera. Os termos também deixam claro o limite: qualquer interação entre usuários fora da plataforma é responsabilidade exclusiva dos dois. Na prática, a proteção do Enjoei é forte dentro do app e inexistente fora dele. É por isso que o primeiro golpe da lista é o mais importante.
Golpe 1: pagar ou conversar fora da plataforma
Um golpe clássico começa com uma sugestão simpática: pague por Pix direto e economize as taxas. Ou o vendedor pede transferência, manda um boleto por e-mail ou quer continuar a conversa no WhatsApp. Parece inofensivo. Na nossa avaliação, é o sinal de alerta mais importante da plataforma.
O Enjoei é explícito sobre isso. Na página sobre cobranças por fora da plataforma, ele afirma que o comprador não paga por depósito bancário nem por Pix fora do site. As únicas formas de pagamento são cartão de crédito, saldo Enjoei e Pix gerado pelo site ou pelo app. Além disso, o Enjoei diz que não envia boletos por e-mail e que não trabalha com Mercado Pago, PagSeguro ou outros sistemas de pagamento.
Antes da venda, a conversa acontece nos comentários do anúncio. Depois que o pagamento é aprovado, o Enjoei libera um chat. Telefone, e-mail e redes sociais não devem ser compartilhados, segundo a mesma página. Quem insiste em levar a conversa para o WhatsApp quer sair do alcance da plataforma. Se a peça nunca chegar, você terá perdido o caminho mais simples para reaver o dinheiro.
Um Pix enviado direto a um desconhecido não se desfaz com um clique. Em caso de golpe, o caminho passa pelo seu banco e pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), explicado no guia sobre como pagar na OLX com segurança. No Enjoei, a regra é mais simples: pague sempre pelo site ou pelo app, nunca por fora.
Golpe 2: e-mails falsos, taxas inventadas e falsa transportadora
Aqui, criminosos se passam pelo Enjoei para tirar de você dinheiro, dados ou o próprio produto. Uma versão mira quem vende e costuma ser assim: um “comprador” se mostra muito interessado e logo diz que já pagou.
Em seguida, chega um e-mail ou uma mensagem em nome do Enjoei. Para receber, você precisaria pagar uma “taxa de liberação”, clicar em um link ou entregar a peça a um motorista de aplicativo. A página por trás do link imita o Enjoei, mas pede dados de cartão, de banco ou o código enviado por SMS ao seu celular.
A página de segurança do Enjoei desmonta esses pretextos. Ela diz que o Enjoei não cobra taxa extra de envio, de primeira compra ou de envio mais rápido. As informações de envio ficam no seu perfil, e nada é pedido depois que o produto foi publicado. Produtos na aba “em análise” ainda não tiveram a venda confirmada: só envie quando a venda aparecer em “aguardando envio”.
Também não há parceria de entregas com Uber ou 99, apenas com as transportadoras parceiras do Enjoei, segundo a página sobre cobranças por fora. Um “comprador” que manda um motorista buscar a peça está fora das regras. Atenção a um detalhe: depois de uma venda confirmada, o Enjoei manda, sim, um e-mail com link para a etiqueta de postagem. Por isso, o mais seguro é abrir o app por conta própria e conferir ali se a venda existe.
Segundo o Enjoei, os e-mails oficiais vêm apenas de endereços terminados em @enjoei.com.br, @email.enjoei.com.br ou @enjoei.movidesk.com. Já o WhatsApp da empresa é uma conta comercial com selo de verificado, e os perfis nas redes sociais são todos @enjoei. Nas redes sociais, a empresa diz que nunca entra em contato para pedir suas informações. Diante de um e-mail suspeito, não clique em nada e marque como spam. Se um link levar a uma página de pagamento, veja antes como saber se um site é confiável.
Golpe 3: peças falsificadas e fotos copiadas
No Enjoei circulam muitas peças de marca, e isso atrai falsificadores. Os termos de uso proíbem anunciar produtos falsificados, cópias ou réplicas, e o vendedor responde sozinho pela originalidade do que vende. Dá para perceber muitos golpes desse tipo antes de pagar. Sinais de alerta são preço muito abaixo do valor usual de revenda, várias peças iguais na mesma lojinha e fotos que parecem campanha publicitária, não um quarto de verdade.
Antes de comprar, pergunte nos comentários sobre detalhes como a etiqueta de composição, as costuras internas ou o número de série. Peça também que o vendedor inclua fotos desses detalhes no anúncio. Isso não é prova, mas quem tem a peça de verdade costuma conseguir responder rápido. Para bolsas de luxo como Louis Vuitton ou Gucci, o próprio Enjoei pede, em contestações, fotos e vídeos de alça, zíper, logotipo, costuras, forro e número de série. É uma boa lista do que conferir.
Uma busca reversa de imagem costuma mostrar em poucos minutos se as fotos do anúncio vieram de uma loja online ou do perfil de outra pessoa. Se a mesma foto aparece no site de uma marca ou num anúncio antigo, o vendedor provavelmente não a tirou. Outros testes para fotos editadas ou geradas por IA estão em como saber se uma foto é real.
Se a peça se revelar falsa mesmo assim, ter comprado pelo Enjoei protege você. Segundo os termos de uso, dá para pedir a devolução em até 7 dias corridos após o recebimento, por qualquer motivo. Então confira peças de grife assim que chegarem.

Caixa vazia e golpe da devolução: fraude dos dois lados
Nem todo golpe no Enjoei envolve link. Às vezes, a questão é o que havia de fato no pacote. O comprador diz que a caixa chegou vazia ou com outra peça. Ou o vendedor manda mesmo algo diferente do anúncio. Há ainda o golpe da devolução, em que o comprador devolve uma peça trocada, usada ou danificada. Qualquer lado pode trapacear, e qualquer lado pode virar suspeito sem culpa.
Veja como funciona pela política de devolução do Enjoei. Você pede a devolução em “Minhas compras” e informa o motivo. Depois, recebe uma etiqueta ou um QR code e tem 2 dias úteis para postar o produto. A peça precisa voltar nas mesmas condições em que chegou, sem sinais de uso. Se o vendedor receber algo danificado ou alterado, pode abrir uma contestação, e o Enjoei pode pedir as fotos tiradas antes do envio.
Provas decidem esses casos. Os termos de uso pedem que o comprador fotografe o produto antes de devolvê-lo e guarde as fotos. Sem elas, vale o estado que o vendedor comprovar ter recebido. Para contestar, o vendedor envia fotos e vídeos do produto antes da postagem e de como ele voltou, além das etiquetas e da embalagem recebida. Se você não registrou nada antes de enviar ou ao abrir, tem pouco a mostrar.
Na entrega em mãos, a regra muda. Segundo a central de ajuda, a devolução não usa a etiqueta do Enjoei e precisa ser combinada entre as partes pelo chat, sem mediação da plataforma. Por isso, confira a peça no momento da entrega e só então confirme o recebimento no app. Com um produto delicado em caixa danificada, o Enjoei aconselha recusar a entrega ou, se não der, não abrir a caixa e pedir a devolução.

Vender no Enjoei é seguro? Registre a embalagem e a abertura
Vender no Enjoei costuma ser seguro desde que o comprador pague pela plataforma, porque o Enjoei segura o dinheiro até a compra se concluir. O ponto fraco é a disputa da “caixa vazia” ou da devolução trocada, em que vale a sua palavra contra a do outro.
O guia do Enjoei sobre como embalar o produto para envio pede que o vendedor fotografe e grave vídeos do produto e da embalagem antes de fechar. As imagens devem ser diferentes das do anúncio e ficar guardadas até o pagamento sair. A mesma preparação vale para quem compra e leva um ou dois minutos:
- Quem vende: fotografe a peça de todos os lados logo antes de embalar, com etiquetas e defeitos. Depois, filme você embalando e fechando a caixa, com a etiqueta de envio no quadro.
- Quem compra: fotografe o pacote fechado com a etiqueta. Filme a abertura numa só tomada, até a peça aparecer inteira.
- Os dois lados: guardem embalagem, etiqueta e comprovante de postagem até a compra ser concluída.
Fotos e vídeos comuns têm uma fraqueza. O outro lado pode dizer que são antigos, mostram outro pacote ou foram editados. Os metadados do arquivo também não resolvem, porque são fáceis de alterar. O que uma foto mostra e o que ela não prova está no guia sobre foto como prova.
É esse problema que queremos resolver com a TrustCamera. Você tira fotos, ou grava vídeos de até 20 segundos, direto no app, e não é possível enviar arquivos da galeria. Toda captura recebe o seu próprio código de verificação da TrustCamera. Você manda o código ao comprador ou ao vendedor logo depois de gravar. A outra pessoa confere de graça no navegador, sem conta e sem seguir um link do chat. Ela vê que o arquivo não foi alterado desde a captura, além do horário e da localização aproximada.
Os limites também importam. Uma prova assim não mostra se a cena foi montada. O Enjoei decide sozinho quais provas considera numa análise, e você continua enviando ao atendimento as fotos e os vídeos que ele pedir. Já o app da TrustCamera para Android e iOS chega em breve.
Caí em golpe no Enjoei: o que fazer agora
Alguns golpes só ficam claros depois que o dinheiro sumiu. Se você perdeu dinheiro ou digitou dados numa página falsa, aja rápido. O fascículo “Golpes: Caiu? Veja o que Fazer”, do CERT.br, e as orientações do Enjoei apontam estes passos:
- Avise o Enjoei: fale com o atendimento pelo “Fale com a gente” e peça cancelamento ou devolução. Denuncie o anúncio na seção de denúncia da página do produto ou escreva para [email protected].
- Fale com seu banco: se pagou por Pix, conteste a transferência no app ou nos canais oficiais do banco para acionar o MED. Se passou dados do cartão, conteste as compras e bloqueie o cartão.
- Troque as senhas: mude a senha do Enjoei e de toda conta que use a mesma, ative a verificação em duas etapas e encerre sessões abertas em outros aparelhos.
- Guarde as provas: salve prints do anúncio, do perfil, da conversa e dos e-mails, além de comprovantes, links e números de protocolo.
- Registre o boletim de ocorrência: procure a Polícia Civil do seu estado. Segundo o CERT.br, na maioria dos casos o B.O. pode ser feito online.
O CERT.br também orienta cortar o contato: não mande mais dinheiro nem dados, não tente negociar e bloqueie o perfil ou o número do golpista. Quanto antes você contestar um Pix, maior a chance de reaver o valor. Se nada disso resolver, o fascículo sugere avaliar uma reclamação no Banco Central, procurar o Procon do seu estado ou consultar um advogado. O passo a passo para quem caiu no golpe da OLX detalha cada etapa, e quase tudo vale também para o Enjoei.
Perguntas frequentes sobre golpe no Enjoei
O Enjoei é confiável ou é golpe?
O Enjoei é confiável. Por trás dele está a Enjoei S.A., empresa de São Paulo com ações negociadas na B3 (ENJU3). Os golpes acontecem entre usuários ou vêm de criminosos que se passam pelo Enjoei. Se você paga pelo site ou pelo app e conversa só pela plataforma, a proteção vale.
Dá para cair em golpe no Enjoei pagando pelo app?
É possível, mas você tem saída. Se a peça não chegar, a compra é cancelada e o valor volta. Se vier diferente do anúncio, você pode pedir a devolução em até 7 dias corridos após o recebimento, segundo os termos de uso. O valor fica retido até você confirmar o recebimento ou o prazo terminar, então abra o pacote logo.
O Enjoei cobra taxa para liberar a venda ou o envio?
Não. O Enjoei diz que não cobra taxa extra de envio, de primeira compra ou de envio mais rápido e que não faz nenhuma cobrança por fora da plataforma. A comissão de quem vende é descontada do valor da venda dentro do próprio Enjoei. No checkout, quem compra vê o frete e o serviço de proteção ao comprador, nunca numa cobrança à parte. Quem pede Pix, boleto ou depósito para “liberar” uma venda está aplicando um golpe.
Por que o comprador quer que eu clique em um link para receber?
Porque é golpe. Para receber, você não precisa sair do Enjoei: a venda confirmada aparece no app, na aba “aguardando envio”. Um link ou QR code que pede para “validar” a conta ou pagar uma taxa costuma levar a uma página falsa, feita para roubar dados de cartão ou de banco. Confira suas vendas direto no app.
O que fazer se a caixa chegou vazia ou com outra peça?
Fotografe o pacote, a etiqueta e a embalagem na hora e fale com o atendimento pelo “Fale com a gente”, dentro dos 7 dias corridos após o recebimento. Guarde tudo até o caso terminar. Se você filmou a abertura do pacote numa só tomada, envie também o vídeo ao atendimento, junto com os prints da compra.
Como saber se um e-mail é mesmo do Enjoei?
Segundo o Enjoei, mensagens oficiais vêm só de endereços terminados em @enjoei.com.br, @email.enjoei.com.br ou @enjoei.movidesk.com. Repare em letras ou números a mais no remetente. Na dúvida, não clique em nada, marque como spam e confira sua conta abrindo o app por conta própria. Fraudes podem ser denunciadas pelo e-mail [email protected].
Caí em golpe no Enjoei: tem como recuperar o dinheiro?
Depende de como você pagou. Se pagou pelo site ou pelo app, peça cancelamento ou devolução ao Enjoei. Num Pix por fora, conteste a transferência no seu banco para acionar o MED; segundo o CERT.br, quanto antes, maior a chance. Com cartão, conteste a compra com o emissor. Em todos os casos, guarde as provas e registre um boletim de ocorrência.
Conclusão: quase todo golpe no Enjoei tenta tirar você da plataforma
Quase todo golpe no Enjoei tem o mesmo objetivo: puxar você para fora do sistema protegido. Seja um Pix direto, uma conversa no WhatsApp, um link para “liberar” a venda ou um e-mail cobrando taxa, o padrão se repete. Por isso, uma regra protege mais do que todas as outras: pague, converse e confirme só dentro do Enjoei.
O resto é cuidado. Confira perfis e fotos, abra os pacotes logo depois da entrega e registre a embalagem e a abertura de tudo que valha mais do que alguns reais. Uma foto ou um vídeo com origem verificável transforma a sua palavra contra a do outro em algo que qualquer pessoa pode conferir. É nisso que estamos trabalhando com a TrustCamera.
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